De acordo com as palavras de Gregg Braden, cientista, New York Times best-selling author:
 
“O Mundo em que vivemos presentemente está essencialmente baseado em assunções científicas com séculos de existência… Uma ciência que é positiva – e eu fui formado como cientista – é útil, porém ela é incapaz de nos dar todas as respostas. É isto que eu acho que é a chave; novas descobertas mostram-nos agora que muitas teorias que eram dadas como garantidas estão a revelar-se erradas. Essas novas descobertas, e a razão porque elas são tão importantes, é porque nos dizem que resolvemos os nossos problemas pessoais através de lentes de crenças…
 
E essas lentes são largamente definidas pela Ciência – quer seja consciente ou subconsciente – no mundo moderno. Então quais são essas crenças?: “De onde veio a vida?”; “De onde viemos?”;  “Qual a nossa relação com os nossos corpos?”; “ Teremos algum poder sobre os nossos corpos? “; “Ou a habilidade de comunicar com o nosso corpo?” “Como é a nossa relação com o mundo à nossa volta?”; “Como é a nossa relação com as outras pessoas?”; “Como é a nossa relação com o passado?”; “Como é que resolvemos os problemas?” – Estas são as grandes questões que todos temos que fazer seja de modo consciente ou subconscientemente…
 
Até as nações e civilizações. As nossas respostas a estas questões têm sido feitas com base numa Ciência que está agora provada ser errada… Levaram-nos a acreditar que a vida é casual, que a vida humana é casual, que nós estamos separados dos nossos corpos, separados do mundo…que a vida é linear e estamos no pico da evolução. E que nunca houve nada superior no passado em termos tecnológicos. E que o conflito e a competição é o meio melhor para se lidar com os problemas.
 
Essas lentes…estão tão profundamente enraizadas no nosso ser… Então, se acreditar nisso, essa é a tal lente que vai responder a questões: “O quê que eu faço em relação ao emprego que desapareceu?”; “ O quê que eu faço com o casamento que acabou?”; “ Os meus filhos que não me reconhecem?”… e todas essas coisas. Nós estamos a lidar com a maior crise de todos os tempos através de uma “lente” de sistema de crenças que está obsoleta. 
 
As novas descobertas dizem-nos isso. As nossas descobertas provam que a vida não é um acidente, a vida humana não é obra do acaso… Estamos profundamente interconectados com os nossos corpos, profundamente ligados com os sistemas da Terra; que a Civilização é cíclica: já atingimos grandes progressos no passado (se tivermos a sabedoria para o reconhecer). Mas o mais incrível de tudo, é que sabe-se agora que a Natureza é baseada num modelo de cooperação que se chama “apoio mútuo”.
 
A competição acontece realmente na Natureza sob certas condições mas não é a Lei primordial, e isso muda tudo. Então com essa ideia em mente, o que poderão fazer quando se levantarem de manhã? Todos nós costumámos colocar a seguinte questão (outra vez no subconsciente ou no consciente), damos uma olhada no mundo e dizemos: “O que é que eu posso retirar deste mundo?”.
 
Essa é a maneira como tendemos a resolver os nossos problemas – baseada nos falsos preceitos científicos. Por outro lado, as novas investigações dão-nos elementos para reformularmos essa questão; então em vez de dizermos: “ O quê que eu consigo retirar do mundo?” é dizer: “ O que é que eu posso partilhar no mundo que está emergir?” Ou: “ Como é que posso contribuir neste mundo novo dentro da minha comunidade, na minha família ou comigo próprio?”.
 
E a resposta a essa pergunta já está estabelecida – e por favor não se deixem enganar pela simplicidade desta questão – porque a maneira como encarámos essa questão irá abrir a porta para poderosas possibilidades…novos caminhos para partilhar as nossas paixões, os nossos interesses no mundo; não apenas naquilo de entrar na escola para aprender algo ou aplicar aquilo que o professor nos treinou…Mas de coisas que sentimos serem intuitivas para o benefício do Mundo. 
 
E assim que partilharmos isso num mundo que está a chamar-nos para que demos esse passo em frente… O outro lado da moeda é que iremos ser recompensados abundantemente.”
 

 

 

Tem um dia inspirador!

 

Equipa Mário Caetano