Hoje no nosso blog falamos da tua saúde mental, emocional e espiritual.

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Os doutores Andrew Newberg e Mark Waldman neurocientistas do Centro de Espiritualidade e da Mente da Universidade da Pensilvânia estudaram profundamente as relações entre aquilo que acreditamos e aquilo que criamos no nosso mundo e descobriram uma ligação muito engraçada entre aquilo que fazemos e a forma como nos sentimos:
 
“O cérebro fica muito feliz quando nos concentramos naquilo que amamos. Quanto mais nos concentramos naquilo que verdadeiramente amamos e desejamos, mais se reduz o volume nas partes do sistema límbico onde são controladas as emoções destrutivas de medo, ira, depressão e ansiedade. Isso permite-nos pensar com mais clareza.
 
Também se aumenta o volume de outras partes do sistema límbico que geram emoções positivas, quando isso acontece, obtém-se uma libertação de dopamina, de endorfinas e de várias hormonas e neurotransmissores redutores de tensão. Quanto mais nos concentramos naquilo que verdadeiramente amamos, mais probabilidades temos de ser saudáveis e mais sentimos os efeitos positivos desses neuroquímicos redutores de tensão no corpo e na mente.”
 
Assim seguir as nossas paixões, os nossos talentos é bom para a nossa saúde emocional, espiritual, mental e mesmo física.
 
Espero que este artigo te inspire a fazeres mais aquilo que gostas e que te apaixona.
 
Tem um dia inspirador!
 
 
Equipa Mário Caetano
 

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