Como saber quando ser flexível para reconhecer oportunidades e quando manter o foco num único objetivo e lutar até o fim?

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Tudo começa quando nos questionamos sobre as escolhas que fazemos na vida e iniciamos uma exploração para descobrir “o que realmente quero, o que me apaixona?”. Neste processo, naturalmente, paramos de seguir os sonhos de outras pessoas e começamos a explorar a nossa própria consciência à procura das nossas respostas.

O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão a “tapar” esta nova meta – por exemplo: felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro etc… – para iniciarmos a nossa maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: para alem de sermos felizes quando chegarmos lá, temos que aproveitar e celebrar durante o caminho!

Em seguida precisamos aprender a fazer um plano que alinhe a nossa vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o comboio da nossa vida começar uma curva suave em direção à meta que queremos atingir. É um trajeto prazeirosos, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.

Apenas tenhamos cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Aí sim, vamos investigar, aprofundar e perceber o impacto nas várias áreas da nossa vida, nos nossos valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o nosso comboio ou coloca-lo de novo no trilho!

Ao longo do caminho podemos fazer escolhas que nos levem, aparentemente, a ruas sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista.

O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: provavelmente sentimos uma sensação de fracasso, vamos tentar culpar alguém e sentir raiva por estarmos nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Estes comportamentos apenas revelam que nos estamos a sentir impotentes para fazer as mudanças necessárias para colocar a nossa vida de volta nos trilhos.

O ponto de vista do protagonista é onde aprendemos e superamos o desafio. É então o momento de se fazer as seguintes perguntas:

  1. O que eu posso aprender com isto? Esta descoberta vai te ajudar a reduzir as chances que esta situação se repita.
  2. Que recursos eu deixei de utilizar? É o momento de ser honesto consigo mesmo(a) e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo etc.. realmente investiu. Em que é que pode melhorar?
  3. Que pistas eu ignorei? Aqui pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar a sabotar seu compromisso pessoal. Estar alerta é fundamental!

Se escolhermos explorar estas situações em busca de aprendizagem, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzirmos as hipóteses que elas se repitam, certamente encontraremos uma saída.

Acredite: quando assumimos a responsabilidade pelas nossas escolhas, em toda a rua sem saída existe uma passagem secreta!

Excelentes escolhas!

 

Equipa Mário Caetano

 

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